Isenção de ICMS para geração solar

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A partir do dia 01 de junho de 2016 entra em vigor o decreto de número 52.964, assinado pelo governador José Ivo Sartori, que beneficia os gaúchos com a isenção de ICMS sobre a mini e microgeração de energias limpas e renováveis para consumo próprio no âmbito do Rio Grande do Sul. Com a medida, o governo do Estado pretende estimular o uso em maior escala da chamada energia fotovoltaica, aquela produzida através de placas solares.

 

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Com a medida determinada pelo governo do Estado, não haverá mais a incidência da alíquota de 30% do imposto sobre o volume de energia produzido em uma residência ou ponto comercial. Por exemplo, uma casa que consome 150 kWh por mês, mas gera 50 kWh com um painel fotovoltaico, acabará pagando ICMS apenas sobre 100 kWh. O abatimento também vale para uma eventual sobra de energia que seja colocada na rede elétrica, o que permite ao cliente que está gerando obter créditos da sua distribuidora, que serão aproveitados quando consumir eletricidade da concessionária. Para ser contemplada pelo diferencial, a unidade microgeradora deverá ter potência instalada de até 100 kW, enquanto a mini poderá ter capacidade para produzir até 1 MW.

No Rio Grande do Sul, o secretário adjunto de Minas e Energia, Artur Lemos Júnior, argumenta que a isenção é um primeiro passo no sentido de difundir ainda mais a prática no Estado. O dirigente argumenta que, sem o incentivo, estima-se o retorno do investimento feito nos equipamentos de mini e microgeração em um prazo de 12 a 13 anos. Com o benefício, esse tempo cai para algo entre 7 a 9 anos, dependendo do consumo de energia.

O secretário de Minas e Energia Lucas Redecker explica que “o decreto ajudará em muito para que essa fonte de energia torne-se financeiramente viável e ganhe forte impulso na geração distribuída, tanto para usos isolados da rede como para aqueles conectados à rede de distribuição de energia elétrica”, afirmou.

Atualmente, o Rio Grande do Sul é o terceiro estado brasileiro em número de conexões de mini e microgeração distribuída de energia para consumo próprio. De acordo com o levantamento, realizado pela Aneel, o estado tem 186 conexões, sendo a maioria dos empreendimentos de energia fotovoltaica e eólica.

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Fonte:

Aprovado US$800 milhões para energia renovável

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O novo Banco de Desenvolvimento dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) aprovou o financiamento de um total de US$ 811 milhões a bancos e instituições para o investimento em projetos de energia renovável. O anúncio confirma as diversas declarações do presidente do banco, KV Kamath, afirmando que o primeiro financiamento da instituição financeira seria para renováveis.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) do Brasil recebeu o maior valor para investimentos, com total de US$ 300 milhões. A linha de crédito será usada para a geração de 600 MW de energia por meio de fontes renováveis. O banco Indiano Canara Bank vai receber US$ 250 milhões, sendo US$ 75 milhões reservados para a geração de 500 MW de energia renovável.

A companhia sul-africana Eskom Holding SOC Ltd vai receber o financiamento de US$ 180 milhões, que serão usados para a implementação de redes de transmissão e geração de energia renovável. A Eskom precisa melhor a sua rede de transmissão para poder suprir o aumento recente da capacidade elétrica no país devido a novas fontes de energia renovável. O financiamento também será usado para gerar mais 500MW em renováveis.

A empresa chinesa Shanghai Lingang Hongbo New Energy Development Co. vai receber US$ 81 milhões para financiar a geração de 100MW por meio de painéis solares.

Além do valor anunciado, o Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics deverá liberar novos fundos para investimento em projetos de energia renovável. A demanda por esse tipo de financiamento é alta em todos os países membros dos Brics, exceto a Rússia. A China e a Índia possuem as mais altas metas para uso de renováveis no mundo. A África do Sul e o Brasil também possuem objetivos muito ambiciosos em relação a geração de energia renovável.

 

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Fontes:

ecodesenvolvimento.org

cleantechnica.com

Informativo: Sem expediente nos dias 21 e 22 de abril

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Comunicamos que devido ao feriado de Tiradentes, nos dias 21 de abril de 2016 (quinta-feira) e 22 de abril de 2016 (sexta-feira), a ALU-CEK não terá expediente, voltando normalmente no dia 25 de abril, segunda-feira.

Todos os e-mails e contatos serão retomados a partir da segunda-feira, dia 25.

Deixamos a disposição, logo abaixo, o endereço de e-mail para possível contato e a página de contato do site, sendo assim, na Segunda-feira, dia 25 de abril, serão todos devidamente respondidos e atendidos.

Contato: alu-cek@alu-cek.com.br

Ou entre em contato no site pela página: http://www.alu-cek.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=246&Itemid=199&lang=pt

Salientamos ainda que nosso site está 24h por dia e 7 dias por semana a disposição com vários produtos e informações. E também possuímos a Loja Virtual Alu-cek, onde pode comprar nossos produtos a qualquer momento. Não deixe de visitar.

Para visitar a Loja Virtual da Alu-cek, acesse: http://loja.alu-cek.com.br/

Desde já agradecemos a compreensão.

Cordialmente;

Equipe ALU-CEK

Curso de projetos e instalação de Sistemas Fotovoltaicos

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Nos dias 31 de março e 1 de Abril, Quinta feira e Sexta feira desta semana, estará ocorrendo o curso de Fundamentos, projetos e instalação de Sistemas de Geração Solar Fotovoltaica conectados à rede elétrica, oferecido pela empresa Sevenia.

No curso são abordados os tipos de sistemas e aplicações, as normas e regulamentações, realização de projeto, entre outras matérias nesta área. Ao final do curso o aluno estará capacitado a especificar solução de sistema solar para os requisitos apresentados pelos clientes, dimensionar e elaborar o projeto elétrico do sistema fotovoltaico atendo as normas vigentes, elaborar a documentação necessária para fazer a solicitação de acesso junto a concessionária, Identificar e solucionar possíveis problemas em sistemas fotovoltaicos, e outras mais competências que podem ser vistas no site da empresa Sevenia.

 

Para ver mais informações e para a inscrição, clique no link www.sevenia.com.br

 

 

1 milhão de brasileiros devem gerar sua própria energia limpa em 8 anos

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Até 2024 cerca de 1,2 milhão de residências no Brasil vão contar com energia produzida pelo sistema de geração distribuída, que permite que o consumidor instale pequenos geradores de fontes renováveis, como painéis solares e microturbinas eólicas, e troque energia com a distribuidora local, com objetivo de reduzir o valor da conta de luz. A estimativa foi divulgada na última semana pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Na última terça-feira (1), começaram a valer as novas regras aprovadas pela Aneel para a geração distribuída no país, que devem aumentar a procura pelo sistema. Uma das novidades é a possibilidade de geração compartilhada, ou seja, um grupo de pessoas pode se unir em um consórcio ou em cooperativa, instalar uma micro ou minigeração distribuída e utilizar a energia gerada para reduzir as faturas dos consorciados ou cooperados.

Segundo Tiago Correia, diretor da Aneel, essa mudança vai possibilitar que mais pessoas adotem a geração compartilhada. “Quanto maior o sistema, mais barata é a instalação total, porque alguns custos são diluídos. Isso faz com que o retorno do investimento seja muito mais rápido, além de facilitar o acesso ao crédito cooperativado”, acrescenta.

Também foi autorizado pela Agência que o consumidor gere energia em um local diferente do consumo. Por exemplo, a energia pode ser gerada em uma casa de campo e consumida em um apartamento na cidade, desde que as propriedades estejam na área de atendimento de uma mesma distribuidora. A norma também permite a instalação de geração distribuída em condomínios. Nesse caso, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida, o cliente fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses.

Crescimento

Entre 2014 e 2016, as adesões ao modelo de geração distribuída quadruplicaram no país, passando de 424 conexões para 1.930 conexões. Para este ano, o crescimento pode ser de até 800%, segundo a Aneel. “O potencial de crescimento é muito grande, e a taxa de crescimento tem sido exponencial, até porque a base ainda é baixa”, afirma Correia. Atualmente, cerca de 90% das instalações de geração distribuída no país correspondem a painéis solares fotovoltaicos.

 

FONTE: Ciclo Vivo

 

 

AES Sul é lider em geração distribuída no RS

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A chamada geração distribuída, que se caracteriza quando consumidores produzem energia renovável (como a solar ou a eólica) e, além de atenderem ao próprio consumo, podem destinar eventuais excedentes à rede elétrica, é uma iniciativa que vem crescendo no Brasil. No Estado, a concessionária que registra o maior número desses casos é a AES Sul.

 

De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em janeiro, eram 213 unidades dentro do conceito de geração distribuída conectadas na malha gaúcha, sendo que 109 delas na área de abrangência da AES Sul. Informações mais recentes da empresa indicam que esse número subiu para 120. A companhia já regularizou e conectou 117 clientes que instalaram placas fotovoltaicas e outros três que aproveitam a energia eólica. Mais 84 projetos estão em análise na concessionária.

 

O engenheiro eletricista da AES Sul Erico Bruchmann Spier recorda que as primeiras gerações distribuídas na área de concessão da distribuidora começaram em 2013. O especialista frisa que todos os clientes (industriais, comerciais e residenciais) podem adotar essa medida, com exceção dos que se encontram no ambiente de mercado livre (grandes consumidores, que não adquirem da concessionária local a energia que utilizam). Os 120 clientes que usam energia renovável na área da AES Sul são uma universidade, dois órgãos públicos, 13 empresas e 104 residências. A cidade com o maior número de clientes conectados é Santa Cruz do Sul, com 32 pontos. Segundo a Aneel, as adesões ao modelo de geração distribuída têm crescido expressivamente no País desde as primeiras instalações, em 2012.

 

Entre 2014 e 2016, os casos quadruplicaram, passando de 424 para 1.930 conexões. Com a revisão da Resolução Normativa nº 482/2012, ocorrida neste mês e que simplifica procedimentos de registro, a estimativa da agência é que, até 2024, mais 1,2 milhão de consumidores passem a produzir sua própria energia, o equivalente a 4,5 MW de potência instalada (suficiente para atender toda a demanda média de energia do Rio Grande do Sul).

 

Spier comenta que, normalmente, o retorno do investimento na geração própria com a redução da conta de luz é alcançado entre oito e 10 anos. O interessado em produzir a sua energia deve buscar um profissional habilitado para fazer o projeto e a instalação dos equipamentos necessários. Após esse procedimento, a distribuidora local precisa ser avisada da intenção do cliente e fazer uma vistoria para averiguar se o processo foi conduzido corretamente. A concessionária precisa ainda colocar um medidor bidirecional (que permite perceber se a unidade está recebendo ou enviando energia para a rede).

 

A vantagem econômica para quem optar pela geração distribuída é a possibilidade de receber créditos da sua concessionária. Por exemplo, se uma casa tem o consumo de 100 kWh em um mês, mas gerou 150 kWh através de painéis fotovoltaicos, o proprietário terá um crédito de 50 kWh quando precisar receber energia da distribuidora devido a períodos de baixa intensidade solar. Esse benefício, conforme a Aneel, tem o prazo de validade de 60 meses e pode ser usado também para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular da conta de luz situadas em outro lugar, desde que na área de atendimento da mesma distribuidora. Por enquanto, as unidades com geração distribuída estão restritas ao sistema de créditos e não podem ter lucro com a venda da produção de eletricidade. Spier acrescenta que é mantida uma cobrança, devido à conexão na rede elétrica.

 

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